Um homem de 51 anos, condenado definitivamente a 51 anos, 9 meses e 2 dias de prisão pelo crime de estupro de vulnerável, foi preso pela Polícia Civil durante uma ação da Operação Itatinga Segura. A pena deverá ser cumprida em regime fechado. O mandado é decorrente de condenação transitada em julgado. 

A ação mobilizou policiais civis e contou com apoio da Polícia Militar. Segundo as informações divulgadas pela Polícia Civil, foram realizados bloqueios e abordagens em pontos da cidade e nos acessos ao município com o objetivo de localizar pessoas procuradas pela Justiça.

O Boletim de Ocorrência traz detalhes sobre a captura. Durante as diligências, os policiais fizeram contato com a mãe do procurado, que informou que ele estaria realizando exames médicos em Botucatu e que havia retornado para uma antiga residência. A equipe voltou ao endereço indicado e encontrou o homem próximo à porta da cozinha. 

Ao perceber a presença dos policiais, ele correu para dentro da casa. Conforme o registro policial, após ser informado sobre o mandado de prisão, o homem passou a gritar que não seria preso e seguiu em direção à cozinha, onde havia utensílios domésticos, incluindo facas. 

Diante da situação, os policiais civis realizaram a contenção. Dois policiais militares chegaram ao imóvel para o cumprimento do mesmo mandado e auxiliaram na imobilização. Segundo o BO, houve resistência e foi necessário o uso moderado da força. O homem sofreu escoriações superficiais. 

Após a prisão, ele foi levado ao Pronto-Socorro Municipal de Itatinga para avaliação médica e, posteriormente, encaminhado à unidade policial. O registro também informa a elaboração de um termo circunstanciado por resistência. 

O mandado foi expedido pela Vara Única da Comarca de Itatinga. O documento policial confirma que se trata de prisão definitiva decorrente de condenação transitada em julgado pelo artigo 217-A do Código Penal, referente ao crime de estupro de vulnerável. 

Após os procedimentos, o preso seria encaminhado à Central de Custódia de Botucatu para audiência de custódia e, posteriormente, ao sistema penitenciário paulista para cumprimento da pena.