O mercado global de tratamentos estéticos não invasivos passou de US$ 49,6 bilhões em 2022 para US$ 57,27 bilhões em 2023, registrando uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 15,5%, segundo levantamento da The Business Research Company.
Já no Brasil, de acordo com dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional São Paulo, a busca por procedimentos estéticos não cirúrgicos cresceu 390% nos últimos dois anos. As informações foram publicadas pelo Ibramed.
Na análise da médica Camila Vincensi, os principais avanços da dermatologia atualmente estão na integração entre tecnologia, ciência e tratamentos cada vez mais personalizados. "Hoje conseguimos tratar não apenas a estética, mas também a qualidade e a saúde da pele de forma muito mais segura e eficaz", afirma.
A médica ressalta ainda que a abordagem moderna da dermatologia passou a compreender a pele de forma global, combinando procedimentos estéticos, skincare e cuidados preventivos para alcançar resultados mais duradouros e com tempos de recuperação cada vez menores.
Nesse cenário, a medicina regenerativa, associada a tecnologias estéticas, tem se consolidado como uma importante aliada, sempre priorizando resultados naturais e sem excessos.
De acordo com a profissional, as novas tecnologias permitem tratamentos muito mais precisos, personalizados e seguros. Hoje já é possível atuar em diferentes camadas da pele de acordo com a necessidade de cada paciente. "Conseguimos realizar tratamentos que vão desde manchas e vasos até flacidez, cicatrizes e estímulo de colágeno, com maior controle e menos tempo de recuperação", afirma.
Além disso, equipamentos como lasers, ultrassom microfocado, radiofrequência e tecnologias de bioestimulação conseguem melhorar a qualidade da pele preservando a naturalidade dos resultados, enfatiza a profissional.
Principais demandas dos pacientes
Entre as principais queixas que levam pacientes a procurarem procedimentos estéticos, a Dra. Camila Vincensi destaca questões relacionadas ao envelhecimento da pele, flacidez, manchas, acne e cicatrizes, além da busca pela melhora da textura e da qualidade da pele.
"No corpo, a celulite é, sem dúvida, a principal demanda. Além disso, gordura localizada, flacidez e estrias seguem entre as maiores procuras nos consultórios. Muitos pacientes também buscam tratamentos para melhorar o contorno corporal e estimular o colágeno sem a necessidade de procedimentos invasivos", detalha.
Tecnologia e personalização impulsionam tratamentos
Recursos como lasers, bioestimuladores e radiofrequência têm sido cada vez mais utilizados, conforme explica a médica. Segundo ela, essas tecnologias trouxeram avanços importantes para a dermatologia por permitirem tratamentos mais eficazes, menos invasivos e com resultados cada vez mais naturais.
"A grande vantagem é a possibilidade de combinar essas tecnologias de forma personalizada, potencializando resultados e respeitando a individualidade de cada paciente", pontua.
Para quem deseja iniciar qualquer tratamento estético, a Dra. Camila Vincensi recomenda passar por uma avaliação médica individualizada.
Segundo a médica, os protocolos personalizados são essenciais, pois cada pele apresenta características e necessidades específicas. Fatores como idade, genética, rotina, exposição solar, estilo de vida e até as expectativas do paciente influenciam diretamente o processo de envelhecimento cutâneo e a resposta aos tratamentos.
A especialista explica ainda que abordagens individualizadas contribuem para preservar a identidade e os traços naturais de cada pessoa, evitando excessos e promovendo um cuidado mais amplo da pele. O foco, segundo ela, vai além da estética, priorizando também a saúde e a qualidade cutânea a longo prazo.
"Outro ponto importante é alinhar expectativas. A dermatologia atual busca resultados naturais, progressivos e saudáveis, muitas vezes por meio da associação entre tratamentos e cuidados contínuos", observa.
Dermatologia estética e impactos na autoestima
Para a médica, a dermatologia estética vai além da aparência. Segundo ela, quando o paciente consegue tratar questões que geram incômodo (como acne, cicatrizes, manchas, flacidez ou alterações corporais) os impactos costumam refletir diretamente na autoestima, na autoconfiança e até nas relações sociais e profissionais.
"Muitos pacientes relatam voltar a se sentir mais seguros, confortáveis e confiantes após os tratamentos. E isso não significa buscar perfeição, mas sim sentir-se bem com a própria imagem e perceber a pele mais saudável e bem cuidada", conclui a Dra. Camila Vincensi.
Para mais informações, basta acessar: https://drcamilavincensi.com/














