O Ranking de Cidades Sustentáveis, divulgado nas últimas semanas pela consultoria Bright Cities, coloca Botucatu, Marília e Bauru (SP) entre as melhores posições de todo o país na comparação com outras cidades com mais de 100 mil habitantes.

Botucatu foi a melhor colocada da região, com a 15ª colocação, enquanto Marília ficou na 18ª posição e Bauru (SP) na 27ª entre 326 municípios avaliados pelo estudo que está em sua primeira edição.

Os sete primeiros lugares do ranking ficaram com as paulistas Barueri (1º), São Caetano do Sul (2º), Araras (3º), Bragança Paulista (4º), Atibaia (5º), São José do Rio Preto (6º) e Americana (7º).

“Cidades mais inteligentes e sustentáveis são aquelas que buscam aumentar a qualidade de vida de seus cidadãos usando de inovação visando à gestão eficiente”, explicam os organizadores do estudo. “Nelas, a sustentabilidade é um importante objetivo, em todas as esferas, seja na utilização dos recursos ambientes, de pessoas ou financeiros”.

“Para atingir esse objetivo, são necessários sistemas de avaliação e monitoramento de indicadores, direcionando políticas públicas e investimentos, comparações entre cidades e reprodução de boas práticas. O mais importante desses sistemas é proposto pela norma ISO 37120”, detalha a Bright Cities.

A norma 37120 de Comunidades e Cidades Sustentáveis, citada pela empresa de consultoria, apresenta quais os indicadores os municípios devem monitorar para se tornarem sustentáveis. Foram escolhidos 40 conjuntos de dados organizados em cinco pilares.

São levadas em conta informações classificadas nos âmbitos de prosperidade, gestão, bem-estar, segurança e infraestrutura e serviços básicos.

Número de empresas, finanças do poder público, acesso à internet, representatividade política, número de médicos, informações educacionais, esporte e cultura são levados em conta na pesquisa, além de questões relacionadas diretamente à sustentabilidade, como saneamento básico.

Segundo os responsáveis pelo ranking, o objetivo “não é criar competição entre cidades, mas sim mostrar quais municípios possuem melhores práticas e abrir os olhos dos que possuem menor classificação, de que é possível atingir melhores níveis de avaliação”.

Fonte: G1