(atualizado às 20h06)
Incompetência, negligência, falta de equipamento e funcionário?
O que acontece com a falta de fiscalização, ações e respostas em relação a intermitente carga de poluente, que desde o final de maio, polui o ribeirão Lavapés que corta a cidade? Problema com espuma se repete desde o início do ano.
No final de maio, as águas do ribeirão voltaram a turvar (escurecer) e ter acumulo de espumas, uma semana depois ficaram mais escuras e desde o feriado de Corpus Christi é barrenta. Parece que tem uma mina de extração de ouro rio acima, dada sujeira que deve ter uma origem de entrada na ribeirão ao longo de seu leito.
Nem mesmo uma ave que vive na região do Mercado Municipal está à vontade em tanta sujeira.

 

A imprensa tem destacado a poluição, mas os responsáveis pela gestão pública do leito hídrico não se manifestam: A Cetesb e a Sabesp não informaram até agora o que acontece no rio.
Há dois anos, Sabesp e Prefeitura divulgaram que o Comitê de Bacias do Tietê, da qual Botucatu faz parte, teria elevado à condição do ribeirão á “potabilidade”, ou seja, caso falte água na cidade é possível com tratamento adequado, utilizar essa água para abastecimento da cidade.
Uma pena, os que comemoraram fiquem quietos e isso incluiu o chefe do executivo, ex-superintendente da Sabesp, Mário Pardini que dentre suas atividades de gestor Municipal, tem DNA de Sabesp, precisa dar uma resposta ou questionar os entes parceiros da gestão publica, no caso a Cetesb e a Sabesp, sobre quem polui o ribeirão.

Botucatuonline tem sequencia de relatos sobre o ribeirão Lavapés. O primeiro caso foi no dia 28 de março; na  sequência nos dias 7 de junho e dia 8 também.

 

Espera-se que o silêncio cordial das autoridades e seu característico imobilismo cessem em defesa do Ribeirão Lavapés, neste momento o maior rio ‘bosteiro’ da região, na cidade que tem frisson cada vez que recebe o titulo de “Município Azul e Verde”.
Se o prêmio é ofertado pelas politicas com água, Botucatu com certeza não merece esse prêmio neste ano, pela falta de politica em proteger o Lavapés e controlar a poluição que desde o inicio do ano ameaça o nosso patrimônio natural.
Não há por exemplo, nenhuma iniciativa publica, privada ou ação individual, que faça campanha de conscientização sobre o uso das margens do ribeirão, cada dia mais ocupado com construções, piquetes de animais, entre outros..


 

Ave que vive na região do Mercadão, observa