As reclamações incluem irregularidades no asfalto, falhas na sinalização e excesso de vegetação ao longo do percurso de aproximadamente 90 quilômetros. Em diversos pontos, o desgaste do pavimento exige redução de velocidade e atenção redobrada dos condutores.
O mato alto no canteiro central e nos acostamentos também compromete a visibilidade, principalmente em curvas e acessos. A situação se agrava com placas parcialmente encobertas e faixas no asfalto apagadas, o que dificulta a orientação, sobretudo durante a noite ou em condições de chuva.
Na região de São Manuel, um dos pontos mais críticos está nas proximidades de uma passarela. Pedestres relatam dificuldade para atravessar devido à vegetação alta na entrada da estrutura, o que reduz a visibilidade e aumenta o risco de acidentes.
“A gente paga caro e espera uma estrada em boas condições. Do jeito que está, com problemas no asfalto e pouca visibilidade, fica complicado para quem depende desse trecho todos os dias”, relatou um motorista que percorre a rodovia com frequência.
Usuários também apontam baixa presença de equipes de manutenção ao longo da via, o que reforça a percepção de falta de conservação.
O trecho é administrado pela concessionária Rodovias do Tietê, integrante do grupo Via Appia. Em nota, a empresa informou que realiza serviços contínuos de conservação, incluindo recuperação do pavimento, melhorias na sinalização e ações de roçada, poda e limpeza.
A concessionária afirmou ainda que houve reforço nas equipes e ampliação das frentes de trabalho, com mutirões aos finais de semana para acelerar os serviços. Sobre a passarela em São Manuel, informou que a limpeza da vegetação já está prevista na programação operacional para melhorar a segurança dos pedestres.
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