A vereadora Rose Ielo nega ter sido a autora de denuncias envolvendo a Secretaria de Cultura, Pinacoteca Fórum das Artes, uma ONG ligada à Cultura e empresas de publicidade com parentes da secretária. A negativa foi feita em entrevista na Radio Municipalista, no início desta semana, quando ela pediu direito de resposta à afirmação.
Durante a entrevista na emissora ela foi informada que o vereador licenciado e atual secretário de Participação e Comunicação, Curumim quem apontou ela como autora, baseado em publicações feitas pelas vereadora no grupo do Legislativo.
Segundo o secretário de Participação e Comunicação e vereador licenciado, a certeza da acusação direcionada a Rose Ielo foi baseada em publicações que ela fez no grupo de whatsapp dos vereadores eleitos em novembro passado. “Eu estou muito tranquilo quanto a isso dependendo do que ela fizer colocarei os fatos.”
ANONIMOS – O autor ou autores da denuncia que motiva divergencias entre Curumim e Rose Ielo continua no anonimato. As denuncias ainda não começaram a ser investigadas pelo Ministério Publico e nem a Prefeitura e secretária Cris Cury foram notificados até o mometo
A vereadora encaminhou uma manifestação ao BotucatuOnline
Incoerente uma vereadora não poder compartilhar uma denúncia em grupo de parlamentares que tem a função de tomar conhecimento e investigar.
Inclusive ele já estava nomeado como Secretário do Prefeito desde o dia 04/01, portanto não mais como vereador em exercício, omitindo isso ao grupo de vereadores e ficando no grupo.
Ele não fez nenhum comentário a respeito do compartilhamento e conteúdo da denúncia, mas mandou os prints para imprensa, no caso o Vanderlei dos Santos e ou Carlos Pessoa. E quando contactado pelo radialista, falsamente e mentirosamente atribuiu autoria da denúncia protocolada no MP a mim. Lamentável a ignorância em achar que quem compartilhou no grupo de vereadores foi quem fez a denúncia no Ministério Público. E claro afirmo que não fui eu. Pois sou vereadora e ao fazer denúncias ao MP, o faço de forma oficializada pela Câmara Municipal, assinando como autora.
Quanto ao compartilhamento no grupo da Cultura, outras pessas já haviam compartilhado antes. Inclusive há uma segunda denúncia que alguém já compartilhou no mesmo grupo, ontem.
E de fato os comentários que fiz no grupo interno e fechado e ele torna público, não há problemas, pois são conversas entre pessoas. E repito: O prefeito terá que dar muitas explicações sobre a pasta da Cultura, porque é sua obrigação abrir investigação interna e expor a verdade a população da sua própria administração. Se eu entender a necessidade e tiver elementos para solicitar outras investigações ao MP, farei! Pois como vereadora recebo várias denúncias de diversas secretarias como: a de comunicação que ele (curumim) é responsável, da cultura, obras, esportes, saúde, educação e do próprio gabinete do Prefeito.
E como vereadora farei questionamentos sim para o prefeito dar explicações e tomar providências de possível mau uso do dinheiro público de todas as pastas de sua administração como venho fazendo.
E quando tiver elementos que necessitem a investigação pelo MP, farei de forma oficial, assinando como vereadora e cumprindo meu papel sem anonimato. Pois tenho proteção do cargo que ocupo e a responsabilidade.
O Curumim não pode mentir e atribuir a mim uma denúncia anônima  protocolada no MP, pelo simples fato desta vereadora ter compartilhado no grupo de vereadores, que deveria ter o maior interesse no caso, já que é nossa função.
Estou conversando com advogados e ele poderá  responder por essa mentira.
Isso não é papel de homem público, vereador licenciado que acabou de assumir uma pasta que representa a secretaria da comunicação da Prefeitura. Afinal ele deveria dar explicações do conteúdo da denúncia.
Espero que ele também envie os Prints em que se despede do grupo tardiamente, após o ocorrido, e por eu questionar sua permanência no grupo. Onde o presidente respondeu dizendo que não permitiria. Afinal qual seria a autonomia dos poderes legislativo e executivo nas suas funções tendo o Prefeito com seu secretário  acompanhando nossas relações no grupo de Whatsapp.  Como ocorreu na legislatura passada, onde ele ficou todo mandato participando do grupo de vereadores, mas como secretário e não como vereador em exercício.
O que se verifica é uma tentativa de inversão de valores de documentos protocolados no Ministério Público na forma que o órgão diponibiliza a qualquer cidadão, á uma conversa interna de parlamentares no grupo de Whatsapp.