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A GCM está atenta aos casos de violência doméstica em períodos de isolamento social e a dificuldade das vítimas registrarem ocorrências na Delegacia da Mulher.
De acordo com o comandante Destro, da GCM, a equipe da Patrulha Maria da Penha continua trabalhando diariamente atendendo novos e antigos casos de violência doméstica, geralmente praticada por maridos alcoolizados ou usando outras drogas, filhos, vizinhos, ex-companheiros e namorados e namoradas.
“Nossa equipe do “Maria da Penha” continua trabalhando firme na proteção das vitimas de violencia doméstica, sejam mulheres, idosos e crianças. Regularmente temos visitado as residencias onde tivemos casos de violencia doméstica e temos feito acompanhamento nesses casos antigos e também estamos dando atendimento aos novos casos”, afirmou na Clube FM o comandante da GCM.
De acordo com a GCM quem precisar de auxilio da GCM para registrar violencia doméstica, deve ligar para o 199 e pedir o auxilio. “Os agentes da Patrulha Maria da Penha farão os registros, aconselhamentos e se for necessário até o encaminhamento da vitima a local seguro”.
Quem precisar registrar denuncia de violência doméstica ou qualquer outro tipo de crime pode usar o canal “Delegacia eletrônica da Policia Civil de São Paulo”. O proprio interessado registra a ocorrencia online e pode acompanhar o andamento das investigações.

MEDIDAS

Segundo o Conselho Nacional de Justiça, existem algumas medidas que as mulheres podem implantar para se proteger
Algumas atitudes podem auxiliar a mulher que sofre agressão a se proteger durante o período de isolamento social:.
  • Uma delas é deixar uma chave reserva da casa em um lugar de fácil acesso para a mulher, sem o conhecimento do agressor. Isso pode permitir sair, caso precise.
  • Avisar vizinhos e pessoas próximas sobre o risco de agressão também é uma iniciativa importante.
  • Estabeleça um sinal ou palavra que possam ser usados para avisar que está em risco. Assim, outra pessoa pode acionar a polícia se houver agressão.
  • Para as pessoas que estão próximas de mulheres em risco, a orientação é manter contatos frequentes com ela, mesmo por meios virtuais. Também evite críticas e julgamentos que podem constranger a vítima e evitar que ela denuncie.
  • Se acolher em casa uma mulher em risco, não divulgue essa informação para não expor a vítima e outras pessoas.
  • Oriente e informe sobre os serviços disponíveis, sobre como fazer boletim de ocorrência e pedir medida protetiva à Justiça.
  • Se a cidade contar com uma casa abrigo ou casa de passagem, pode ser uma opção para esse período.