” Estivemos eu, Pedrão,  Fernando mermão,  Tó, Maurinho Herbst e outros agregados, no show da Elis no Paratodos, lembra?
Estudei, mais eles, na Industrial, curso de Máquinas Motores…”
Zilton Fioravante, amigo querido que mora em Faro, no Pará, cidade que vem sofrendo muito com a falta de estrutura na saúde.
Força aí queridão!

“Linda, delícia de se ler🥰❤️
A Wandeca, a Nara e a Elis marcaram nossas vidas de forma muito parecida, sério!😘”
Miriam Segre querida, owwwnnnn.

Que delícia de noite bem dormida!
Acabou que não choveu, ontem.
E hoje está um bafo quente, o céu desmaiado e a vida pra viver…

Café da manhã com lanche amanhecido do Piritas, bom dimaaaiiiisss!

No rádio eu soube que está rolando um incêndio na Índia, exatamente na fábrica de vacinas mas não no andar onde elas estão armazenadas.
Que tristeza!

O segundo país mais populoso do mundo tem menos mortes por covid que o Brasil.
Pois é.

No ponto de ônibus a pessoa já chegou me falando pra não tomar vacina por conta das reações horrorosas que as pessoas estão tendo.
Como assim?
Viu na tv, não imuniza, foi feita muito rápido, etc e etc…
Os negacionistas são grandes disseminadores de ficção não científica.
Sobre as reações horrorosas não falou mais nada.

Que delícia ouvir essa música.
Valeu Cantelli!

Fui na mamãe, que hoje estava mais cansadinha mas de ótimo humor.
Fiz mercado pra ela e parti.

Os meninos da TV Tem me filmaram e mandei recado pro Daniel, apresentador do jornal, que acho um gato.

Encontrei o Sandrinho na Major Matheus.
Foi muuuuitoooo gostoso.
Sandro é das memórias maravilhosas do viver.


E assim vieram os pensamentos aquáticos durante o treino.

Fiz cursinho no Equipe, na esquina da praça da Misericórdia onde hoje é o Objetivo.
A avenida ainda não era como hoje.
Tinha o Corujão, onde depois foi a Libanesa, lá em cima.
Eram casas lindas por toda a avenida.
Na praça tinha a garapeira, o Esquina e nós.
Uma galera linda, sim.

A praça era nosso point.
Silvinha, Fer,  Lígia e Fernando, Maria Luiza, Arnaldinho, Maria Cláudia, Bete, Tecchio, Marília, Erik e André, Sandrinho, Sergião, Heitor, Fabinho, Lucinha, Adriana, Fernanda, muitas e muitas pessoas.
De manhã, a tarde, a noite.
Entre um BTC e outro, entre um rolê e outro.

Sandrinho tinha um Maverick vermelho com teto solar, por onde se entrava e saia porque a porta nem sempre abria.

Muita paquera, muito tudo.
As motos, as idas pra véu de noiva.
Tudo muito bom.

Em 1982 mudei com a mamãe e meus irmãos pra casinha em frente ao pronto socorro.
Tínhamos um jardim de pés de frutas, era bacana demais.

A casinha era extensão da praça.
E muitas emoções rolaram sob aquelas árvores

Fiz o km de revezamento em 36 minutos, bem tranquila e sem câimbras.
As lembranças são o motor perfeito pra treinar.
E também os planos.
Estou há 29 dias do paraíso da Kelly Bartoli.
Há menos de 4 meses do abraço do Diego.
Vivas!

Lanchinho de mortadela e queijo.

Resolvi tomar um pouco de Sol e encontrei Adriana Verbei e sua filha saindo do Clube.
Lindas.

É bem fortalecedor pensar que hoje sou o resultado de todas as vivências e emoções, do bem e do não tão bom, que tenho aqui dentro.
Fortalecedor porque me sinto muito bem em estar viva e ainda me emocionando com a vida e o que ela me apresenta a cada momento.

Dia 21 no calendário da PL é o dia da gratidão aos antepassados e a tudo que já passou.
E agradeço com o coração tranquilo.

Para reflexão.


Resisto orgulhosa por ser resistência.

Seguimos.