A Embraer mostrou uma concepção na quinta-feira, do que poderia vir a ser a reentrada da empresa no mercado de turbo-hélice, semelhantes ao Bandeirantes e Brasilia.
Não é segredo que a Embraer está analisando, desde os tempos de namoro com a Boeing, a possibilidade de fortalecer o leque de produtos para a aviação regional, lançando um avião turbo-hélices, e competindo com a ATR e a Dash, além de outros existentes atualmente no mercado.
Para estimular a curiosidade, nesta quinta-feira, dia 29, a Embraer publicou no twitter, uma ilustração do que poderia ser o avião.
Diferente dos concorrentes atuais no mercado de turbo-hélices, o modelo proposto pela empresa brasileira tem asa ‘baixa’ e causa em T, semelhante ao antigo modelo Brasilia. O diferencial da ilustração são as asas que se afunilam nas pontas.
O modelo apresentado, segundo publicações especializadas em aviação, teria até 70 ou 75 lugares. A Embraer informou que ainda não tem posição sobre a produção do modelo turbo-hélice, mas um diretor afirmou que a empresa está analisando produtos para lançar nos próximos dez anos, inclusive com motores hibridos elétricos.
A fabrica da Embraer em Botucatu, desde os tempos da subsidiária Aeronáutica Neiva, é especializada na produção dos modelos monomotor a pistão da Embraer. Atualmente o único modelo da empresa movido com motor a pistão e hélice é o Ipanema, principal avião agrícola do Brasil.